Domingo, 5 de Julho de 2009
Nada de novo...
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Temas: Métodos
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Não há dúvida nenhuma disto:
http://aventar.eu/2009/07/02/a-gestao-das-escolas-e-uma-vergonha/
http://aventar.eu/2009/07/02/ainda-a-avaliacao-de-professores/
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Sexta-feira, Julho 03, 2009
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Domingo, 21 de Junho de 2009
Critérios de avaliação no exame de Português de 12.º
Pausa na correcção, apenas para uma reflexãozita...
Desde as duas da tarde (são agora duas da manhã) que estou 'agarrada' aos exames.
Duas incongruências:
- No Grupo III, um aluno que não chegue às 200 palavras requeridas tem uma penalização de 5 pontos. O mínimo a dar, desde que aborde, mesmo lateralmente, o tema, é 6 em 30 pontos. À parte da correcção linguística estão atribuídos 20 pontos de onde se vão descontando os erros que, consoante o tipo, descontam entre 1 ponto ou 2. Acontece que um aluno que escreva 100 palavras, por exemplo, e por sorte não dê nenhum erro, tem 6 pontos pelo conteúdo e 20 pela forma. Mais um ponto do que a metade do valor da questão - 50 pontos. Desconta-se-lhe os 5 pontitos e voilá! 21 pontos sem dizer quase nada. É obra!
- Na questão 8 do Grupo II, a quem responda acertadamente a 40% atribui-se 60% da cotação. A quem responda bem a 80% atribui-se-lhe 100%. Ok. (Até dá jeito porque a minha pequena enganou-se numa, mas é como se tivesse tudo certo. ) É apenas para simplificar a tarefa do professor, para quem cotar com 3 pontos cada uma das 5 alíneas e, depois, ainda ter de somar isto tudo é manifestamente difícil. Pois é. Não sei se conseguiria... Página C/11 dos critérios.
SIMPLEX.
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Temas: EXAMES
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Suavidade
Pausa relaxante, ao ritmo dos segundos, antes de receber exames...
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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
Mesmo da OCDE... A sério!
Conclusões em português:
http://www.oecd.org/dataoecd/18/39/43021685.pdf
Excerto:
Foi demonstrado que o ambiente da sala de aula não só afecta os resultados e a realização dos alunos, como é também uma questão de política proeminente nalguns países e regiões. As acções dos alunos na sala de aula e a criação de um ambiente de aprendizagem seguro e produtivo são importantes para muitas escolas e podem constituir uma dimensão difícil do trabalho dos professores. Por exemplo, o TALIS descobriu que, na maioria dos países, um em cada quatro professores perde pelo menos 30% do tempo de aula com estes dois factores e alguns professores perdem mais de metade (Figura 4.102). Para além disto, nos vários países, 60% dos professores encontram-se em escolas cujos directores/presidentes comunicam que os distúrbios na sala de aula prejudicam a aprendizagem (Tabela 2.8a). Em todos os países, isto constitui um problema numa proporção de escolas relativamente elevada e coloca um desafio significativo para uma aprendizagem eficaz.
Tabelas e figuras
Chapter 2: A profile of teacher population and the schools in which they work:
http://www.oecd.org/dataoecd/46/40/43043912.xls
Chapter 3: The professional development of teachers:
http://www.oecd.org/dataoecd/46/0/43043921.xls
Chapter 4: Teaching practices, teachers’ beliefs and attitudes:
http://www.oecd.org/dataoecd/45/62/43043935.xls
Chapter 5: School evaluation, teacher appraisal and feedback and the impact on schools and teachers:
http://www.oecd.org/dataoecd/45/61/43043949.xls
Chapter 6: Leading to learn: school leadership and management styles across TALIS countries:
http://www.oecd.org/dataoecd/45/60/43043958.xls
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Temas: ocde
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Ainda bem!
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Sondagens
A sondagem mais certeira. A da TVI. É verdade.
SIC
RTP
análise do blogue do Paulo Guinote apoiada nos dados do 'Margens de erro' que apresenta o 'rescaldo'.
No 'Portugal Profundo', uma análise destes 'erros'.
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Domingo, 7 de Junho de 2009
He he he
http://causa-nossa.blogspot.com/2009/05/diario-de-candidatura_31.html
E cá estão os 'votozinhos'
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Aleluia!
Aleluia!
Com os 'votozinhos' dos profes, fez-se luz...
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Voto útil
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Os líricos da educação
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Os 'Vs' do ps: lemos e moreira
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Sábado, 30 de Maio de 2009
Adeus
No Sinistra Ministra um texto do Rui Correia
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Coerência
Disto há cada vez menos...
http://tempodeteia.blogspot.com/2009/05/das-razoes-e-da-consciencia-tranquila.html
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Como tudo é tão subjectivo!
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível. Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC. É obra.
(...)
ERC
http://www.erc.pt/index.php?op=vernoticia&nome=noticias_tl&id=259
(...)
O Conselho Regulador não deixa de “reafirmar, sem prejuízo do antes exposto, o papel desempenhado pelos órgãos de informação nas sociedades democráticas e abertas como instâncias de escrutínio dos vários poderes, designadamente políticos, sociais e económicos”.
Eduardo Cintra Torres
http://www.tinyurl.com/6lw8la
Lusa governamentalizada à força
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi “trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira), ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
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Quinta-feira, Maio 28, 2009
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Eu subscrevo
1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.
2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Saír à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.
Subscrevem:
Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto), O Cartel (Brit.com, Advogado do Diabo)
Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)
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Terça-feira, Maio 26, 2009
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Será para um cunhado, sobrinho, primo...?
A NÃO PERDER a leitura de mais este 'projecto' (ajuste directo, claro): http://fliscorno.blogspot.com/2009/05/porque-falham-os-projectos-de-software.html
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
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Novamente a polémica de Espinho
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
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Perdoem-me o sorriso...
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=37FB536B-F917-4324-B715-5767A3CFE39D
...mas não sou perfeita.
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
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Excessos e Manipulação
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
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Um belo sumário
A Directora Regional de Educação do Norte que não sabe escrever português, que utiliza ad-hoc os sinais de pontuação, que tem da vírgula a ideia de ornamento para separar o sujeito do predicado e para quem as regras da concordância são uma nebulosa distante e desconhecida...
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Domingo, 17 de Maio de 2009
ÉTICA/ESTÉTICA
A POLÍTICA DA ÉTICA EM VEZ DA POLÍTICA DA ESTÉTICA de Cunha Ribeiro no blogue do Paulo Guinote
Cada vez mais me convenço que os partidos políticos são um espelho infalível da cultura de roubalheira que nos envolve e abafa.
Nem o Partido Comunista, nem o Bloco de Esquerda se mantiveram imunes ao fascínio e poder do dinheiro, votando uma lei ( do financiamento dos partidos) que abriu um largo portão, por onde resmas de notas podem entrar às carradas.
Razão pela qual, nunca votei, nem voto, em função de um partido político, qualquer que ele seja. Para mim, ou um partido é “inteiro e direito”, e leva, em consequência , o meu voto; ou é mesmo “partido”, no sentido mais literal da palavra, e, então, não o levará de certeza.
E o que são, para mim, um “partido inteiro” e um “partido partido”?
Um “partido inteiro” é aquele que constrói a sua casa política com as traves-mestras da moral e da ética. Fazendo destes princípios uma matriz permanente. Sejam quais forem as pessoas que a ele adiram, estas devem respeitar, na íntegra, um código de conduta inquebrantável. E o primeiro a desrespeitar esses princípios, deve estar sob a alçada de uma sanção eficaz, e arrepiar caminho; não mudando de conduta, a expulsão do partido torna-se, então, inevitável.
Um “partido partido”, pelo contrário, é aquele que não enquadra a conduta dos seus filiados, em qualquer princípio ético ou baliza moral; ou, então, se adoptou tais princípios, não os aplica aos seus correligionários.
E o que deverá ditar a moral e a ética aos partidos políticos, em época de eleições?
Uma das principais regras de conduta deve ser o rigoroso compromisso de honra dos candidatos em cumprir, depois, tudo que prometeram, antes.
E o que é que se tem visto?
Pomposas promessas, seguidas de pequenas acções e injustificadas mentiras. Mundos e fundos que se traduzem, quase sempre, em coisitas de pouca monta; grãozinhos de areia lançados aos olhos do povo, para este cegar e acreditar. “migalhas de pão” mal distribuídas, para comer e calar.
E toda esta vilanagem política está nos antípodas da moralidade e da ética; É o oposto do que deve ser um partido com candidatos sérios e responsáveis; que se preocupam em prometer tanto como o que vão fazer; que não dão emprego ao António por ser filho do João, ou sobrinho do Manuel, mas porque tem habilitações e revela competência; que não fazem obras faraónicas, só pela pura vaidade de dizerem que são suas; que não discriminam ninguém, num concurso qualquer, apenas por ser doutro partido.
É por tudo isto que é preciso exigir dos candidatos políticos, o seu “compromisso mínimo de execução”, ou seja, um conjunto exequível de medidas, para cada um dos ministérios. E, ainda, mais: antes das eleições, os eleitores deviam conhecer já, os futuros ministros, que os poderão governar.
No mundo de hoje, por alguma razão, todo o contrato é clausulado por escrito e devidamente assinado.
O mesmo se deve exigir aos candidatos políticos. Que assinem compromissos de honra. E se deixem de garridos placards com palavras vãs escritas a cores. Ou outdoors mentirosos a exibir rostos velhos sem rugas.
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
Ainda se queixa da Manuela...
Se houvesse cá assim...
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Santana Castilho
Nos «artigos» da IC:
http://artigossoltos.blogspot.com/2009/05/ministerio-da-certificacao-e-das-novas.html
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Nuno Crato
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